
Pedro Tadeu
Artigos publicados


Os animais valem mais do que as pessoas?
Aos olhos da natureza não será assim, mas aos olhos da humanidade este julgamento antropocêntrico é de uma lógica inevitável: porque somos gente e porque conquistámos o poder de dominar o mundo, as pessoas deveriam ser mais importantes do que os animais.

Rita Rato pode ser diretora do Museu do Aljube?
A historiadora Irene Flunser Pimentel protestou contra a escolha da antiga deputada do PCP, Rita Rato, para diretora do Museu do Aljube, que se dedica à memória do combate à ditadura do Estado Novo.

O teletrabalho é uma patifaria?
O teletrabalho está a transformar-se numa opção laboral definitiva para milhares de pessoas, seja por pressão patronal, que vê nisso uma boa redução dos custos, sobretudo com alugueres, seja por alguns trabalhadores pensarem que isso pode melhorar a sua qualidade de vida e diminuir despesas pessoais com transportes e alimentação, aumentando assim o rendimento disponível.

Os ciganos, afinal, não pensam todos por igual?
Sobre racismo, o tema que concorre na discussão pública com o dos números da Covid-19, queria oferecer ao deputado do Chega, André Ventura, as declarações de Ana Faneca, proferidas ao Jornal de Notícias.

Agora erguem-se estátuas a Lénine?
A escritora Lídia Jorge, li no Diário de Notícias, ficou contente quando viu as estátuas de Lénine derrubadas em Budapeste nos anos da queda do bloco soviético. Mas não ficou nada satisfeita com a vandalização feita, há dias, à estatua em Lisboa do Padre António Vieira.

Vamos pagar ainda mais ao Novo Banco?
O Novo Banco recebeu, em maio, 850 milhões de euros emprestados pelo Estado ao Fundo de Resolução. Ouvi muita gente indignada com esse facto.

Um polícia bom é um polícia morto?
Um miúdo, branco, com máscara negra a cobrir o rosto surge numa fotografia disseminada no Facebook. No cartaz, que segura, lê-se o seguinte: "Um polícia bom é um polícia morto."

Os Estados Unidos estão em colapso?
Os Estados Unidos tiveram motins por motivos raciais em 1965, na cidade de Los Angeles, por causa da prisão, numa operação stop, do jovem negro Marquette Frye. Ao fim de seis dias contaram-se 34 mortos e quatro mil presos.
