Análise: Asus Zephyrus G14 deixa a concorrência a comer pó

Ryzen. É este o nome que está a fazer tremer a Intel. É le que permite que este portátil da Asus tenha um desempenho fora de série.

Há anos, décadas até, que o mercado dos processadores para computador parecia ser composto apenas por uma marca, a Intel com os seus Pentiums e mais tarde com os Core, mas nos últimos tempos a AMD ganhou novo fôlego graças aos novos CPU, os Ryzen, e são eles que estão a fazer uma nova série de portáteis brilhar ainda mais intensamente.

É desde maio que há uma nova geração destes chips a sair das fábricas. Atualmente são os Ryzen da série 4000 que estão a maravilhar as revistas e os sites da especialidade.

Dessa família o processador mais poderoso é o Ryzen 9 4900. Um pedaço de silício que na versão 4900HS é, por enquanto, um exclusivo do Zephyrus G14 da Asus. É esse processador que catapulta o portátil para o campeonato dos topo de gama. Uma máquina que, após algumas semanas em análise por aqui, deixa claro que tem um desempenho, e não só, ao nível dos fora de série.

Isto, tendo em conta que se trata de um portátil com dimensões razoavelmente compactas e peso a condizer.

Assim, é o preço (para além das características) quem fica com o ónus de afirmar que se trata de um portátil pensado para quem leva mais a sério os jogos, ou a criação de vídeos e manipulação de imagens. É uma máquina que pisca também o olho a quem aprecia a customização já que os Zephyrus G14 vendidos em Portugal têm uma série de leds na tampa que podem ser programados para mostrar animações a gosto do utilizador.

Nota francamente positiva também para os materiais utilizados na sua construção, assim como as especificações.

E mais uma vez, o preço reflete tudo o que está incluido neste poderoso portátil. O mais barato, com um processador AMD Ryzen 7 custa dois mil euros. O ainda mais avançado, com um Ryzen 9 começa nos 2500.

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