Dos viveiros de plantas selecionadas à produção de vinhos alentejanos

As novas colheitas, ideais para os dias quentes, são a melhor prova.

A Quinta da Plansel, em Montemor-o-Novo, foi o berço de um projeto de contornos singulares no mundo dos vinhos nascido da paixão do alemão Jorge Böhm por Portugal e pela diversidade das castas nacionais, que estudou de modo exaustivo.

As novas gerações, com Dorina Lindemann ao leme, imprimiram nova dinâmica, expandiram horizontes e insuflaram uma frescura que não se limitou à empresa.

As novas colheitas, ideais para os dias quentes, são a melhor prova.

No princípio. foram os viveiros de plantas selecionadas que deram fama à quinta de S. Jorge, rebatizada Plansel, sobranceira ao rio Almansor, nas imediações de Montemor-o-Novo.

E a vocação viveirista de Jorge Böhm levou o patriarca da família germânica a estudar com profundidade as castas portuguesas, um mundo de diversidade e de características únicas, que identificou, escolheu e selecionou.

A produção de vinhos foi o passo seguinte de uma caminhada feita com sucesso a partir de 1976.

A Quinta da Plansel, com uma imagem renovada, mais moderna, é hoje a afirmação plena de décadas de trabalho da família Böhm-Lindemann na recuperação e seleção de castas. O aperfeiçoamento dos vinhos reflete essa matriz que confere estrutura e suavidade, caraterísticas marcantes das novas colheitas.

A filosofia da produtora e enóloga Dorina Lindemann, continuadora da obra do pai, missão em que já participam igualmente as filhas, permitiu a produção de vinhos com uma acidez bem presente, vibrantes, de grande

frescura e mineralidade, expressão de um ´terroir" marcado pela influência atlântica e pela serra de Monfurado.

Uma das estrelas do portefólio é o Plansel Verdelho 2020, graças à sua estrutura e untuosidade, em que sobressaem notas de fruta, nomeadamente alperce. É um vinho ideal para acompanhar grelhados.

Nas referências que integram o chamado pack de verão do produtor alentejano, destaque para o DL (Dorina Lindemann) Branco 2020, um clássico renovado a cada ano. Produzido com as castas aragonez e castelão, estagiou em cubas de inox. Revela boa estrutura, aromas tropicais, com notas de abacaxi e maracujá e um a frescura que proporciona um final longo e muito harmonioso.

Na mesma linha de frescura, insere-se o DL Rosé, ideal para acompanhar saladas, com aromas de frutos silvestres. Um vinho fresco para momentos mais descontraídos, em particular para saborear um petisco nos finais de tarde.

A gama Plansel foi ainda enriquecida com o Branco 2020, ideal para uma harmonização marisqueira, graças às notas cítricas e estrutura, e o Rosé 2020, em que são predominantes as notas de melão e morango.

Outra das novidades é o DL Tinta Barroca 2017, um tinto com 14 meses de estágio em barricas de carvalho francês e que revela uma estrutura suave. Na boca, predominam os frutos vermelhos, especiarias e notas florais. É ideal para acompanhar grelhados de carne.

As novas referências da Quinta da Plansel, com brancos, rosés e um tinto, disponíveis no pack Verão e com preço muito acessível (40€, incluindo portes) revelam em toda a dimensão a expressiva imagem refrescada do produtor do Alto Alentejo.

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