O carácter bairradino da Adega de Cantanhede

Em plena Região Demarcada da Bairrada, território famoso pelos espumantes e leitão assado, a Adega Cooperativa de Cantanhede soma prémios e distinções em paralelo com o crescimento da exportação.

A nobreza e o carácter dos vinhos produzidos pela Adega Cooperativa de Cantanhede deixariam, certamente, ufano D. António Luís de Meneses, titulado por D. Afonso VI como 1.º Marquês de Marialva, mercê dos feitos heroicos protagonizados nas batalhas de Montes Claros e das Linhas de Elvas ocorridas na Guerra da Restauração.

Quatro séculos volvidos, o Marquês de Marialva é marca emblemática da adega que, em 2021, já adicionou oito dos seus vinhos aos prémios e distinções conquistados - mais de uma centena -- em concursos e revistas da especialidade.

A notoriedade alcançada pela sexagenária adega - nasceu em 1954 - tem ganho maior expressão nos últimos anos, graças à qualidade dos vinhos que constam do vasto portefólio - 13 marcas e 132 referências -- do maior produtor - 40 por cento do total -- da Região Demarcada da Bairrada.

Reflexo do trabalho laborioso e consistente realizado na Adega que produz, por ano, cinco milhões de garrafas, é o crescimento em cerca de 10 por cento das exportações e que já representam 40 por cento do total das vendas.

Com meio milhar de agricultores que recebem apoio técnico permanente, e uma área de vinha de 1 000 hectares, a Adega de Cantanhede coloca no mercado vinhos Bairrada DOP e Beira Atlântico IGP que representam cerca de 80 por cento da produção.

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