EUA lembram mortos no Afeganistão em cerimónia no Pentágono

O chefe do Pentágono lembrou especialmente os 13 soldados mortos no recente ataque ao aeroporto de Cabul.

A cerimónia para recordar as 184 vítimas do ataque contra o Pentágono em 11 de setembro de 2001 serviu também para recordar os 2.461 sodados norte-americanos que morreram no Afeganistão, durante os 20 anos de conflito.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, e o chefe do Estado-Maior, Mark Milley, discursaram neste evento em frente ao prédio do Pentágono, em Arlington (Virgínia), lembrando o vigésimo aniversário dos ataques de 11 de setembro.

"Como secretário de Defesa e veterano da guerra do Afeganistão, deixem-me enfatizar mais uma vez o quanto devemos a todos os que lutaram e morreram servindo o nosso país no Afeganistão", disse Austin.

O chefe do Pentágono lembrou especialmente os 13 soldados mortos no recente ataque ao aeroporto de Cabul, durante as operações de evacuação do país.

Depois de lembrar as vítimas dos ataques de 11 de setembro nos ataques às Torres Gémeas, em Nova Iorque, e ao Pentágono, bem como aquelas do voo 93 da United Airlines que caiu num campo na Pensilvânia, Austin sublinhou a responsabilidade de defender os valores da democracia.

Milley também referiu os 2.461 militares das Forças Armadas, soldados que morreram no Afeganistão nestes 20 anos de guerra, explicando que os EUA "lutaram incansavelmente para derrotar o terrorismo", e referindo que, à medida que os norte-americanos encerram este "capítulo terrível" da sua história, os homens e mulheres do exército e das agências de segurança e de inteligência continuam a trabalhar para proteger o país de ataques terroristas.

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