O multilateralismo de Xi e o atraso da América nas licenças pagas

Xi Jinping elogia o multilateralismo, Guterres elogia a China. A América na cauda dos países que pagam licenças por motivos de saúde, o golpe no Sudão. Revista de imprensa internacional na TSF.

No Global Times, de Pequim... "Xi reitera o papel da China na defesa do mandato da ONU".

O presidente chinês, Xi Jinping, reiterou "o padrão de desenvolvimento pacífico da China e o papel chinês na defesa da autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU), do multilateralismo e da ordem internacional durante um discurso na reunião comemorativa do 50º aniversário da restauração da República Popular da China. (RPC) com assento legal nas Nações Unidas".

No China Daily ... "Presidente, principal foco da ONU em vacinas, crescimento nas negociações"

A distribuição equitativa das vacinas COVID-19 e o estímulo ao crescimento global "foram destacados pelo presidente Xi Jinping e pelo secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, durante uma videoconferência na segunda-feira."

Ambos os líderes se referiram à "devastadora pandemia", que teve "um enorme impacto no crescimento e na subsistência pública de todos os países, especialmente nas economias em desenvolvimento".

Guterres disse que a ONU valoriza muito o papel fundamental da China na promoção das vacinas como um bem público global, bem como o papel na erradicação da pobreza, enfrentando as mudanças climáticas globais e protegendo a biodiversidade.

O secretário-geral da ONU recentemente apelou aos membros do G20 para garantir "a distribuição equitativa da vacina em todo o mundo". Guterres alerta que "o nacionalismo e a acumulação de vacinas estão a colocar-nos a todos em risco".

No New York Times ... O mundo "encontrou uma maneira de fazer isso": o atraso da América nas licenças pagas.

Os EUA são um dos seis países sem licença nacional remunerada. Os democratas reduziram o plano para quatro semanas, o que ainda o tornaria um caso isolado.

O Congresso agora está a considerar "quatro semanas de licença familiar e médica pagas, abaixo das 12 semanas que foram inicialmente propostas no plano de gastos dos democratas. Se o plano se tornar lei, os Estados Unidos não serão mais um dos seis países do mundo - e o único país rico - sem qualquer forma de licença nacional remunerada".

Mas ainda seria, ainda assim, um dos 185 países que oferecem licença remunerada para novas mães, apenas um, Eswatini (antes Suazilândia), oferece menos de quatro semanas. "Dos 174 países que oferecem licença remunerada para um problema pessoal de saúde, apenas 26 oferecem quatro semanas ou menos, de acordo com dados do World Policy Analysis Center da Universidade da Califórnia, em Los Angeles", escreve o New York Times.

No El País... os filtros ou a falta deles... como o Facebook abriu alas às mensagens de ódio e anda a situação interna em Espanha... "PSOE e Podemos acabam sem acordo a primeira reunião sobre a reforma laboral".

O ABC carrega nas tintas e diz que Bruxelas desconfia de um governo dividido pela reforma laboral.

No Fígaro, em França, manifestações no Sudão depois de golpe militar. No editorial com o título Turbilhão Macron, o jornal pergunta se o presidente da república tem "um frenesim oportunista ou uma paixão pelas reformas".

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