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O Presidente libanês, Michel Aoun, ordenou às Forças Armadas que patrulhem as zonas mais afetadas pelas explosões ocorridas esta terça-feira em Beirute.
A Presidência do Líbano informou através das redes sociais que o chefe de Estado pediu ao Exército que trabalhasse para "lidar com as consequências" das explosões e para "realizar patrulhas nas zonas do desastre para manter a segurança".

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Da mesma forma, Aoun pediu ao Ministério da Saúde para oferecer tratamento gratuito aos feridos, além de dar abrigo a todas as pessoas cujas casas foram afetadas pela explosão.
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Segundo imagens difundidas nas redes sociais e pelos meios de comunicação libaneses, a explosão destruiu negócios e residências em várias áreas da capital próximas ao porto, onde ocorreu a detonação no interior de um armazém de material explosivo a meio da tarde.
O governador de Beirute, Marwan Aboud Fuyi, disse à cadeia de televisão local LBC que metade do município sofreu "grandes danos", sem oferecer mais detalhes.
A explosão teve lugar num armazém de material explosivo do porto, depois de um incêndio nos silos de trigo localizados nessas instalações, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano (ANN).
Duas fortes explosões sucessivas sacudiram Beirute, causando um número ainda indeterminado de mortos e feridos, semeando o pânico e causando um enorme cogumelo de fumo no céu da capital libanesa, disseram as autoridades.

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