Pró-russos de Lugansk dizem ter feito oito mil prisioneiros ucranianos

"São muitos [prisioneiros] e literalmente há centenas todos os dias", admite Rodion Miroshnik, o "embaixador" na Rússia da autoproclamada República Popular de Lugansk.

Cerca de oito mil soldados ucranianos foram feitos prisioneiros na região do Donbass, leste da Ucrânia, pelos separatistas pró-russos, disse esta quinta-feira Rodion Miroshnik, o "embaixador" na Rússia da autoproclamada República Popular de Lugansk.

"Há muitos prisioneiros. É evidente que há mais no território da República Popular de Donetsk, mas nós [Lugansk] também temos bastantes, sendo que o número ronda atualmente os oito mil", disse Miroshnik citado pela agência russa TASS.

"São muitos e literalmente há centenas todos os dias", acrescentou.

As milícias pró-russas de Donetsk e Lugansk - duas regiões separatistas na Ucrânia que a Rússia reconheceu como independentes antes de lançar a campanha militar em território ucraniano que começou no passado dia 24 de fevereiro - e as tropas de Moscovo têm bombardeado intensamente a região de Donbass.

Nas últimas 24 horas atacaram 41 localidades, tendo provocado a morte a seis pessoas, disseram as forças ucranianas no leste do país.

De acordo com as últimas informações de Kiev, as forças da Rússia avançam, sobretudo, em direção de Liman (Donetsk) e Severodonetsk (Lugansk).

Severodonetsk é um ponto administrativo e estratégico do ponto de vista da logística militar que a Rússia pretende isolar do resto da Ucrânia.

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