A cultura cigana no centro do LEFFEST 2021

A celebração da cultura rom agrega filmes, debates e concertos. E há mais homenagens e filmes novos.

São 15 edições, de um festival de cinema que se gaba de aproximar o público, de quem faz os filmes.

O LEFFEST volta-se este ano para a cultura rom, que entre nós têm expressão no povo cigano.

Paulo Branco, o diretor do festival, lembra que sempre houve um lado de reflexão associado ao LEFFEST, e que o tema da tradição dos ciganos, tem uma atualidade indesmentível.

Neste ciclo, com curadoria de Inês Branco Lopez, vão ser mostrados inúmeros filmes de origens diversas, sobre abordagens distintas da cultura rom.

Não vai faltar Emir Kusturica, para falar sobre "Gato branco, gato preto" e "O tempo dos ciganos", nem Ricardo Ribeiro, em concerto, ou a realizadora portuguesa Leonor Teles e a "Balada de um batráquio".

De todos os momentos do LEFFEST 2021, Paulo Branco destaca a oportunidade única de ver no cinema "The power of the dog", o último filme de Jane Campion, que só terá vida na Netflix.

A realizadora vai ser homenageada, e vai ser mostrada uma entrevista feita a propósito deste filme, exclusivamente para o LEFFEST.

O LEFFEST abre portas dia 10, com a apresentação de "Crónicas de França" ("The french dispatch"), de Wes Anderson.

Até dia 21, há filmes, concertos, conversas e exposições, no Medeia Nimas, no Tivoli BBVA e no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, e no Centro Cultural Olga Cadaval e Museu das Artes, em Sintra.

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