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Graça Carvalho

"Quem vai pagar o PRR são os jovens. O que se pode fazer é políticas que os preparem melhor"

Quando Graça Carvalho estava a tirar o doutoramento, na sua turma os alunos eram de origens e de continentes distintos. "Era essa a riqueza daquela universidade: termos palestinianos, egípcios, nigerianos, norte-americanos, portugueses, gregos..." Cabeças que pensavam e desenvolviam em conjunto são a metáfora de que a antiga ministra da Ciência e Ensino Superior se socorre para explicar o resultado que a Europa pode atingir se tornar a maior fraqueza - o impasse das migrações - numa "enorme força". No gabinete onde trabalha hoje em Estrasburgo, no Parlamento Europeu, a eurodeputada do PSD conta à TSF as expectativas que tem para os próximos anos, desejando que a UE, mas também Portugal, se possam tornar mais jovens, inovadores e diversos. Para isso, defende, serão necessárias lideranças fortes.