Se houver requisição civil, a sua violação "não passará incólume"

A requisição civil é uma medida extrema que o Governo não desejaria aplicar, refere Costa, em declarações ao país. Caso seja necessária, o seu desrespeito constituirá um "crime de desobediência".

Costa continua a dar benefício da dúvida aos sindicatos sobre serviços mínimos. O primeiro-ministro volta a frisar que deseja que os mínimos decididos pelo Governo sejam cumpridos. No entanto, Costa diz ainda que é possível a requisição civil.

Nesse caso, "a violação da requisição civil não passará incólume", acrescenta, em oposição àqueles que acreditam que não há consequências para quem desrespeite esta medida especial.

"Crime de desobediência"

"A violação da requisição civil constitui um crime de desobediência", diz ainda António Costa.

O primeiro-ministro explicou que a requisição civil se destina às empresas privadas e seus recursos humanos.

"Situação extrema que queremos evitar". Requisição civil em cima da mesa

António Costa salientou que a fixação dos serviços mínimos cabe apenas ao Governo, mas que a PGR "validou" esta percentagem no seu parecer.

A requisição civil é uma medida extrema que o Governo não desejaria aplicar, refere Costa, em declarações ao país.

Sobre as reivindicações dos motoristas, o chefe de Governo analisa: "Estamos a falar de uma greve sobre aumentos de rendimentos para 2021 e 2022", já que já estão garantidas subidas de 200 euros para janeiro de 2020.

António Costa fala de uma revolta, que seria natural por parte dos portugueses, já que nenhuma outra classe profissional terá uma variação deste género.

Por outro lado, António Costa admite que irá "certamente faltar combustível", mesmo que os serviços mínimos sejam cumpridos.

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