O que muda na restauração e nos eventos culturais a partir do próximo mês

António Costa anunciou esta quinta-feira mudanças que entrarão em vigor na terceira fase da libertação do país, que entrarão em vigor a 1 de outubro.

A partir de 1 de outubro, os restaurantes deixam de estar sujeitos a limite máximo de pessoas por grupo, e o certificado digital deixa de ser exigido nestes espaços, anunciou esta quinta-feira António Costa. "Os certificados de vacinação permanecerá a ser condição de acesso em viagens por via aérea ou marítima, para visitas a lares ou hospitalares, que são retomadas", explica.

Quanto à máscara, mantém-se obrigatória nos transportes públicos, visitas aos hospitais, espetáculos culturais sempre que não exista distância de dois metros entre as pessoas, assim como nas grandes superfícies comerciais.

"Passamos, por isso, a uma fase que assenta na responsabilidade individual de cada um. Não podemos esquecer que a pandemia não acabou, e que embora controlada, o risco permanece. Sabemos que as vacinas não asseguram imunidade total, e há uma faixa muito pequena de recusa de vacinação", diz.

Costa alerta, por isso, que o risco existe, e Portugal recebe turistas de vários pontos do mundo, pelo que é essencial a prudência.

António Costa explica que no comércio local não é necessário o uso de máscara, mas sim nos espaços em que há pessoas em situação de risco, como em lares e hospitais. Também em grande afluência de pessoas, como nos transportes públicos, as máscaras continuam. "Nas salas de cinema com espaço, sem que as pessoas estejam em cima umas das outras, podem estar sem máscara", diz.

Quanto ao certificado digital, Costa lembra que Portugal "já tem uma experiência consolidada", pelo que as pessoas já não têm que usar máscara.

"Todos compreendemos que a exigência de máscara não faz sentido, daí a necessidade de certificado. Esperamos que esta seja uma medida que vá desaparecendo", aponta.

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