Centros de dia devem ter distância de dois metros entre idosos

Idosos com doenças de risco devem igualmente ter uma avaliação prévia de um médico que pondere riscos e benefícios do regresso ao centro de dia.

A reabertura dos centros de dia deve garantir uma distância de dois metros entre os idosos. Esta é uma das muitas regras impostas pelo guião aprovado pelo Governo, Segurança Social e Direção-Geral da Saúde (DGS) para a reabertura de espaços que estavam fechados há cinco meses, desde o início da pandemia.

Uma das principais regras é o distanciamento físico de cerca de dois metros. No entanto, esse distanciamento só se aplicará nos casos em que "for possível".

Para conseguir mais espaço, as instituições que disponham de zonas que não estão a ser utilizadas poderão expandir o centro de dia para esses espaços.

Quando a distância mínima de dois metros não conseguir mesmo ser cumprida, os centros de dia devem organizar grupos em regime de rotatividade ou em turnos distintos.

Antes do regresso dos idosos vai ser ainda preciso que "os utentes que integrem grupos de risco sejam previamente submetidos a uma avaliação pelo médico assistente, ponderando risco e benefícios".

Outra prioridade do guião agora divulgado é o ar livre: sempre que possível, devem ser feitas atividades no espaço exterior privado do centro.

Atenção ainda para a limpeza, por exemplo de cadeiras de rodas, próteses, bengalas, muletas ou andarilhos que devem ser desinfetados à chegada.

Os profissionais e os voluntários devem também ter vestuário para uso exclusivo no interior do centro de dia, trocando de roupa e calçado à chegada, sendo que os idosos devem ter sempre uma muda de roupa lavada disponível.

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