
Daniel Oliveira
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Dar prioridade às escolas
Daniel Oliveira defende, no seu espaço habitual de Opinião na TSF, que "é possível abrir as escolas, com protocolos sanitários rígidos", até porque "foram eles que evitaram até agora que as escolas fossem até agora um foco relevante da pandemia".

A Grândola não é uma canção de egoístas em noite de copos
Daniel Oliveira critica o comportamento das pessoas que, "em direto para as redes sociais, confraternizaram num restaurante do Bairro da Bica, em Lisboa, na última quinta-feira", entoando a canção de Zeca Afonso "Grândola Vila Morena", a maioria "sem máscara e sem distanciamento social".

O PREC na PSP
Daniel Oliveira considera "grave" o apelo do movimento zero "à insurreição dos polícias para que não cumpram a lei e não façam cumprir a lei". Este movimento - que o comentador define como "um grupo clandestino bastante numeroso que funciona impunemente dentro da nossa polícia" - é crítico das medidas de confinamento do estado de emergência e deixou claro, numa publicação no Facebook, que ou o poder político lida com a pandemia que este movimento acha que deve lidar ou "arrisca-se a não ter a contribuição das polícias".

Uma pequena nesga para o CDS sobreviver
Como todas as organizações, "os partidos são bolhas", começa por dizer Daniel Oliveira, no espaço habitual de Opinião da TSF. "Os partidos em crise tendem a ser bolhas cheios de cegos lá dentro", acrescenta o jornalista.

Presidenciais: Costa quer ser Macron e isso é péssimo para a democracia
"Devemos ouvir o que os eleitores nos querem dizer nas eleições Presidenciais", diz Daniel Oliveira, não apenas a mensagem que quem votou em André Ventura. Isto quando "a esmagadora maioria dos eleitores" - 88% - não votaram no líder do Chega, destaca o comentador no seu espaço habitual de opinião na Manhã TSF.

Antes de tirar os jovens da escola, obriguem os adultos a cumprir as regras
"Tenho ouvido muitas pessoas falarem de meio confinamento. Na verdade, as pessoas estão a falar de não cumprimento das regras que existiram em março do ano passado." É assim que Daniel Oliveira tem assistido ao novo regime de encerramento. No habitual espaço de Opinião na TSF, o jornalista nota que o "que as pessoas usavam como exceção passaram a utilizar como regra".

Marcelo positivo, campanha negativa
Daniel Oliveira considera que a decisão de Marcelo Rebelo de Sousa de abdicar dos tempos de antena durante a campanha eleitoral às presidenciais foi "um pouco inusitada" e sublinha que "não há memória de um candidato relevante não usar os tempos de antena".

Presidenciais: tudo volátil à esquerda
Daniel Oliveira considera que, nestas eleições presidenciais, o "resultado mais importante é o segundo lugar", uma vez que, afirma, o grande vencedor "já está decidido há muito tempo". No espaço de opinião que ocupa semanalmente na TSF, o jornalista comentou a última sondagem da Aximage para a TSF, o DN e o JN, que atribui, sem surpresas, a vitória a Marcelo Rebelo de Sousa, com maioria absoluta.
