Proença acredita em estádios "completamente cheios" a partir de outubro

Líder da liga confia que o limite de ocupação de 50% da lotação vai desaparecer já no próximo mês.

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) disse este sábado acreditar que os estádios possam estar sem limitação de lotação a partir de 1 de outubro, depois do anúncio de uma nova fase de desconfinamento pelo Governo.

"Depois das recentes afirmações do primeiro-ministro, tenho a clara convicção de que poderemos ter os estádios completamente cheios a partir do dia 1 de outubro", referiu Proença, à margem sexta pós-graduação em organização e gestão do futebol profissional e da terceira pós-graduação em comunicação, organizadas pela LPFP.

Na sexta-feira, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) solicitou à Direção-Geral da Saúde (DGS) o levantamento das limitações em relação à lotação dos recintos desportivos, com efeitos já em outubro.

"Face à evolução do combate à pandemia em que se está próximo de atingir os 85% de população vacinada e com o levantamento de medidas de confinamento, a FPF pede à DGS o aumento da lotação de público, mantendo a exigência de apresentação do certificado digital", referiu o organismo.

A taxa de ocupação do público nos recintos desportivos é atualmente de 50% da lotação, depois de já ter sido ampliada em relação aos 33%, no âmbito das restrições da pandemia de Covid-19.

Os grandes eventos desportivos vão manter a necessidade de apresentação de certificado digital de vacinação contra a Covid-19, de acordo com o plano de desconfinamento apresentado na quinta-feira pelo primeiro-ministro.

Nas medidas apresentadas por António Costa, a presença em grandes eventos desportivos é uma das situações em que se mantém a necessidade de ter um certificado digital.

"Caberá à Direção-Geral de Saúde definir o que entende por grandes eventos culturais, desportivos ou corporativos", disse o primeiro-ministro.

Em relação à lotação dos espaços, António Costa não revelou se os recintos desportivos se mantêm com os atuais 50% de lotação.

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