"Tem grandes subidas." Hugo Vieira e as corridas no Monte do Facho, em Barcelos

O avançado do Gil Vicente opta por correr isolado. Percorre os trilhos do Monte do Facho para manter a forma na paragem forçada.

As idas ao local de treino habitual do Gil Vicente reduzem-se agora ao início e fim da semana. Há que carregar as pilhas do sistema GPS, explica o avançado Hugo Vieira. Os exercícios físicos para manter a forma podem ser feitos em casa, mas o jogador que chegou em janeiro prefere correr sozinho pelo monte do Facho, em Barcelos.

"Tenho sorte porque os meus pais vivem perto do monte e eu vou correr para lá, para o Monte do Facho. Tem grandes subidas e faço lá o meu treino", explica o jogador.

"Tentamos fazer o possível, correr nas ruas, correr nos parque", aponta, dando o exemplo de outros companheiros de equipa que vivem na região de Barcelos.

"Vamos ao centro de treinos à segunda e sexta para carregar o GPS, deram-nos bicicletas para fazermos exercício em casa", nota Hugo Vieira. Os treinos são recomendados e controlados pela equipa técnica, um acompanhamento próximo num momento de pausa forçada, longe dos relvados.

"Acredito que tanto eu como todos os meus companheiros de profissão sentimos muita falta do jogo. Vim para cá [para Portugal] para jogar mais, para ter mais minutos para voltar depois ao Japão. Nada disto estava nos meus planos, vim para jogar, queria jogar. Assim não é fácil", explica o avançado de 31 anos.

O Gil Vicente está no 10.º lugar, longe das posições de despromoção. Ainda assim, Hugo Vieira garante que todos no plantel querem terminar a temporada.

"Queremos é acabar isto, seja agora seja no verão", explica, até porque, diz, há ainda muito para discutir, seja "para quem está a lutar pelo título, para quem está a lutar pela manutenção, não faz muito sentido acabar assim (...) Mas em primeiro lugar está a saúde e eu não vejo isto a passar assim tão depressa."

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