Xiaomi Mi Band 5, a mais famosa smartband em análise

A Xiaomi Mi Smart Band 5 acaba de chegar a Portugal. É a nova geração do acessório com maior sucesso entre os equipamentos produzidos pela Xiaomi. Tem muita coisa boa, mas convém pensar bem se a compra se justifica.

Há muita expectativa à volta do lançamento desta pulseira de monitorização de atividade física, mas a verdade é que este equipamento deixa algo a desejar. Falta-lhe inovação.

É claramente melhor e tem mais funções do que a antecessora: acompanha mais desportos, tem um ecrã melhor, o sistema de carregamento da bateria é mais conveniente, pode ser usada como controle remoto para a câmera fotográfica do telemóvel e consegue fazer a monitorização do ciclo menstrual das mulheres.

Mas, repito, falta-lhe inovação.

É imperdoável que, nesta altura das nossas vidas - e a este preço -, a Mi Band 5 não seja capaz de mostrar ao utilizador o seu nível de SpO2. Em termos simplistas, trata-se da estimativa da percentagem de oxigénio no sangue. Em tempos de COVID-19 e de dificuldades respiratórias, este é um indicador importante: se estiver em níveis normais, próximo dos 100%, tudo bem, mas se começar a cair pode ser um indicador da contaminação com o novo coronavírus.

E também ao nível do carregamento da bateria esta pulseira deixa a desejar. Esta que é novidade da qual, aparentemente, a Xiaomi mais se orgulha neste equipamento.

Em resumo, não há nada de errado com a Xiaomi Mi Smart Band 5, no entanto, é fácil encontrar no mercado dispositivos produzidos pela concorrência, melhores, com mais inovação e a um preço mais em conta.

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