Reino Unido ultrapassa 50 mil casos diários pela primeira vez em três meses

Foram ainda registadas 115 mortes diárias.

O número de novos casos diários de Covid-19 no Reino Unido foi de 52.009 nas últimas 24 horas, ultrapassando a barreira dos 50.000 casos pela primeira vez desde 17 de julho, segundo dados oficiais divulgados esta quinta-feira.

O Ministério da Saúde britânico indicou hoje que também morreram mais 115 pessoas devido à doença no mesmo intervalo de tempo, o que eleva o número total de mortes causadas pelo coronavírus SARS-CoV-2 no país para 139.146, desde o início da pandemia.

Paralelamente, outros dados divulgados em separado pelo Departamento Nacional de Estatísticas britânico indicam que o total de mortes por Covid-19 registadas no país em que a doença é mencionada na certidão de óbito atingiu 164.000.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, instou hoje os cidadãos a vacinarem-se com a dose de reforço quando chegar a sua vez, num contexto de pressões crescentes sobre o seu Governo para introduzir mais restrições perante o aumento do número de casos diários de Covid-19.

O líder conservador reiterou que, apesar do recente aumento do número de infeções, o seu executivo "continuará com o seu plano", por agora, e assegurou que a atual situação da pandemia é bastante melhor que há um ano, graças ao programa de vacinação.

Johnson recebeu apelos de vários setores, como o da saúde, para instaurar o seu chamado Plano B, ou plano de contingência, que reintroduziria o uso obrigatório de máscara em espaços interiores e a recomendação de teletrabalho.

A Covid-19 causou pelo menos 4.919.395 mortes em todo o mundo, entre mais de 241,95 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse, com base em dados oficiais.

Em Portugal, morreram, desde março de 2020, 18.117 pessoas e foram contabilizados 1.082.721 casos de infeção, de acordo com dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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