FITEI: 45 edições, de volta ao palco

Começa esta terça-feira, 10 de maio, a 45.ª edição do FITEI, Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica.

Este é o FITEI, onde o palco e as plateias voltam a estar de novo com gente. Um Festival que vai fazer este ritual de passagem, entre o Luto, a disforia e o prazer. Processos de cura e chegar ao puro hedonismo, ligar a saúde mental ao desígnio político. Gonçalo Amorim, diretor do festival, quer acreditar que este é o tempo de lamber as feridas e avançar.

O FITEI começa esta noite, com a peça Boom, de Miguel Loureiro, que está no Teatro Nacional S. João, num programa cheio de estreias, sete no total, três nacionais, para muitas ideias em cena:

No Teatro Municipal do Porto, FUCK ME, da argentina Marina Otero, espetáculo que expõe a reconstrução de um corpo de uma intérprete depois de um traumatismo.

Orlando, de Cláudia Lucas Chéu, encenado por Albano Jerónimo para o Teatro Nac21, obra que reflete sobre as questões de género.

NU#03, do Teatro do Frio, depois da residência no FITEI de 2021; Blasted, de Sarah Kane, encenado por João Telmo para a Nova Companhia e FÁBULAMÃE, com texto de Pedro Galiza e encenação e interpretação de Teresa Arcanjo e do Indigo Quintet.

A expressão Ibérica mantém-se para este festival que faz agora a quadragésima quinta edição, mesmo que Gonçalo Amorim, confesse que de alguma forma muita coisa mudou para a cidade do Porto e para o próprio festival, mas mantém essa triangulação que faz com América Latina e África

O FITEI mantém como sempre, a dança, performance, música, residências artísticas, master classes, workshops, lançamentos de livros e exposições.

O O Festival Internacional de Expressão Ibérica começa na noite noite de terça-feira, 10 de maio em vários locais do Porto, e estará em cena até 22 de maio.

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