"Eu quero presidir ao CDS para que num Congresso não haja muito do que aqui vi"

Se não ouviu, João Almeida certamente soube dos apupos de que foi alvo o seu apoiante Pires de Lima. E falou deles no seu último discurso da noite.

O candidato começou por sublinhar que aquele discurso, feito ainda antes do jantar, não é era a altura certa para um discurso político, mas sim para saudar os candidatos à presidência do partido.

No entanto, não deixou de se referir à polémica da tarde: o momento em que Pires de Lima deu um 'ralhete' ao candidato Francisco Rodrigues dos Santos e foi imediatamente apupado por muitos dos congressistas.

João Almeida não gostou desses assobios e por isso disse querer "presidir ao CDS para que num Congresso não haja muito do que aqui vi, para que haja espaço para as opiniões diferentes, para que a juventude tenha espaço para se afirmar, para que aqueles que fizeram serviço público [referência a apupos de Pires de Lima] sejam respeitados".

Uma regra que tem de "ser para todos", dos militantes de base aos altos cargos.

No discurso, o dirigente centrista piscou o olho às bases e aos congressistas dizendo que "nenhum de nós vale mais do que vocês".

"A direita merece uma liderança que não é a minha, é a do CDS, que é fundamental para Portugal. Não temos medo nem vergonha e não aceitamos que seja cá dentro que alguém nos diga que temos medo e vergonha", apontou o candidato à sucessão de Cristas.

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