Governo está a "pensar pequenino" em relação ao novo hospital de Sintra

Em comício no Cacém, no concelho de Sintra, Jerónimo de Sousa censurou o governo por "pensar pequenino" quando se trata do interesse da população.

O secretário-geral do Partido Comunista Português referia-se ao projeto de um hospital para o concelho de Sintra, pelo qual a CDU se bate há mais de 20 anos.

O governo apoia a construção desta unidade hospitalar, que vai permitir aliviar o hospital Fernando da Fonseca, mas de dimensões mais reduzidas. E isso, para Jerónimo de Sousa é "pensar pequenino".

O dia da CDU terminou no Cacém e antes de Jerónimo de Sousa, discursou o candidato à Câmara Municipal, Pedro Ventura, que foi quem começou por reivindicar um hospital no concelho de Sintra com, pelo menos, 300 camas. "Reivindicamos a construção de um hospital público com mais de 300 camas e não um pequeno hospital como o PS, o PSD, o CDS e os outros apêndices aqui aprovaram no concelho de Sintra", afirma.

Uma luta que tem mais de 20 anos, atira Jerónimo de Sousa. A expressão que usa o secretário-geral do PCP é que o governo quer "atamancar" agora o projeto do hospital para apenas 60 camas, um pensamento "pequenino", como podemos ouvir no áudio desta reportagem.

E de quem é a culpa de tamanhã pequenez? A resposta vem da CDU. "Todas as forças políticas, do PS ao PSD, do BE ao CDS e ao PAN se vergaram ao governo e assumiram a despesa de 50 milhões de euros para a construção de um mini hospital que não serve a realidade do concelho", sublinha Jerónimo de Sousa.

Este novo hospital virá reforçar assim o Serviço Nacional de Saúde, que foi quem, na ótica de Jerónimo de Sousa, sustentou o combate à pandemia, ao contrário dos privados que fugiram.

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