PCP diz que deixou ser de "aceitável" continuar com restrições

Bernardino Soares referiu que "neste momento assiste-se a uma forte desaceleração" da pandemia.

O PCP considerou esta quarta-feira que deixou de deixou de ser "aceitável a manutenção" de restrições face à "forte desaceleração" da pandemia no país, reivindicando o reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para continuar a monitorização.

Em comunicado, o dirigente comunista Bernardino Soares referiu que "neste momento assiste-se a uma forte desaceleração" da pandemia, confirmando o "impacto da vacinação na redução" das hospitalizações, doença grave e mortes, "contrastando com o que aconteceu" no início de 2021.

"Não se justifica por isso a manutenção de restrições e condicionamentos à vida das populações e às atividades económicas, salvo em contexto muito concretos de caráter claramente excecional. Não será aceitável a manutenção e consolidação de medidas restritivas de direitos", acrescentou o membro do Comité Central do PCP.

Com o eventual alívio das restrições, Bernardino Soares disse ser "indispensável reforçar os serviços públicos de saúde, em particular na área da saúde pública, para permitir a continuação da monitorização da epidemia da covid-19, bem como de outras infeções respiratórias graves".

O PCP também quer que o SNS seja reforçado em profissionais e recursos físicos e financeiros, para "retomar em pleno o seu desempenho e recuperar" rastreios, consultas, exames, tratamentos e cirurgias que ficaram por fazer por causa do combate à pandemia.

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