PSD de Vila Real dá liberdade de voto aos militantes nas diretas do partido

O presidente da Comissão Política Distrital afirma que "nenhum líder é dono dos votos". Última palavra caberá às secções.

A Comissão Política Distrital do PSD de Vila Real decidiu que não vai declarar apoio a qualquer um dos candidatos à liderança do partido. Os militantes vão ter total liberdade para escolher.

O presidente da distrital social-democrata, Fernando Queiroga, afirma que "nenhum líder distrital é dono dos votos dos militantes". Acrescenta que "há dois excelentes candidatos no terreno [Rui Rio e Paulo Rangel]" e que "agora compete a cada secção ver o que é melhor para o partido sem estar a forçar ou a impingir o que quer que seja".

O também presidente da Câmara Municipal de Boticas salienta que o foco "deve estar no dia 30 de janeiro de 2022", pois, enfatiza, "já se percebeu que o PSD é a única alternativa a este Governo socialista" e que "o próximo líder do partido será primeiro-ministro, garantidamente". É que, sublinha, "o país já não suporta este Governo nem a carga de impostos que está a tornar-se inviável".

Na opinião de Fernando Queiroga, o processo interno, "normalíssimo", deve decorrer "sem grandes alaridos". Apesar da competição interna pela liderança, o presidente do PSD de Vila Real entende que "o partido está vivo como já não o via há alguns anos". Destaca ainda que está "mais motivado e mais moralizado" e que talvez seja por isso que se está a assistir "a esta disputa mais aguerrida".

Fernando Queiroga diz-se convencido de que, no final deste período agitado com eleições internas no PSD, "o partido vai sair mais fortalecido para a batalha que se avizinha, no dia 30 de janeiro do próximo ano".

As datas de 27 de novembro para as eleições diretas e de 17 a 19 de dezembro para o Congresso, têm a total concordância da distrital social-democrata de Vila Real. Neste distrito há atualmente 1200 militantes do PSD com as quotas pagas.

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