Autoagendamento da dose de reforço para maiores de 45 anos começa esta semana

Lacerda Sales sublinha a "enorme adesão" dos portugueses à vacinação", lembrando que já foram administradas 3,3 milhões de doses de reforço da vacina contra a Covid-19.

O autoagendamento da vacina contra a Covid-19 para maiores de 45 anos vai iniciar-se na próxima semana, anunciou este domingo o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales.

O governante, que falava aos jornalistas nas Caldas da Rainha, fez um balanço sobre o processo de vacinação que já permitiu administrar "3,3 milhões de doses de reforço da vacina contra a Covid-19 e 2,4 milhões de vacinas da gripe".

Sublinhando a "enorme adesão" dos portugueses à vacinação, o secretário de Estado, lembrou que estão vacinadas com a terceira dose mais de 84% das pessoas com mais de 80 anos e, acima dos 65 anos, 77% das pessoas já receberam o reforço.

Questionado sobre a inclusão de grávidas na lista das pessoas prioritárias para vacinação, Lacerda Sales sublinhou que estas devem ser vacinadas a partir das 20 semanas de gestação e apelou a que as mesmas façam "um processo de auto monitorização" no sentido de se "auto precaver" relativamente à infeção a que são mais suscetíveis no último trimestre da gravidez.

Lacerda Sales falava no final de uma visita ao Centro de Vacinação Covid instalado na Associação Arneirense, depois de horas antes ter visitado um outro centro, em Peniche, ambos no distrito de Leiria.

A Covid-19 provocou 5.470.916 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.091 pessoas e foram contabilizados 1.613.427 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 na China.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi registada desde novembro em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

LEIA AQUI TUDO SOBRE A COVID-19

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