O novo estado de calamidade, MP pede julgamento para Rui Moreira e outros destaques TSF

Há oito concelhos que não avançam para a próxima fase do desconfinamento. Duas freguesias de Odemira estão agora sob cerca sanitária.

Foi dia de ficar a conhecer o futuro próximo do país. Depois de várias horas de Conselho de Ministros, o primeiro-ministro, António Costa, revelou que Portugal entra, já às 00h00 do próximo sábado, em estado de calamidade. Com essa nova realidade vêm novas regras e pode conhecê-las todas aqui:

Mas o país não avança todo ao mesmo ritmo. Dos 278, há oito que vão manter-se ou recuar para diferentes fases do desconfinamento.

Entre esses concelhos está Odemira, onde duas freguesias levantam especiais preocupações.

Mas nem só de desconfinamento se fez o Conselho de Ministros desta quinta-feira, como pode ver aqui:

E do que pode considerar-se a primeira parte da reunião saiu a aprovação da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção. De fora ficou o enriquecimento injustificado.

Também na justiça, o Ministério Público (MP) pede que o autarca do Porto, Rui Moreira, vá a julgamento no processo Selminho. Para o MP, o presidente da câmara portuense agiu em seu benefício e da família, em detrimento do município no negócio dos terrenos da Arrábida.

No Fórum TSF, desta manhã, médicos e enfermeiros desmentiram o Ministério da Saúde e acusaram os titulares da pasta de "irresponsabilidade política". Em causa, as consequências do desvio de recursos humanos para o processo de vacinação.

O Conselho de Administração da Groundforce revelou que quer levantar um excedente de três milhões de euros do fundo de pensões da empresa para pagar subsídios de férias no final de junho. Antes, o presidente da empresa tinha acusado a TAP de "bullying" e "pressão", depois de a companhia aérea ter rejeitado a anulação dos contratos e lembrado o prazo para pagamento da primeira prestação.

E de França chegam notícias de um "rapto". Os trabalhadores de uma fábrica que produz peças para carros da Renault "raptaram" sete gerentes em protesto contra a venda da fábrica.

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