Portugueses imunizados após atual vaga de Covid, detetado corpo celeste nunca antes observado e outros destaques TSF

Os investigadores acreditam que a Covid-19 se vai tornar numa "doença residente" como a gripe ou a herpes.

Um relatório do grupo de trabalho de acompanhamento da pandemia do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa prevê que todos os portugueses estejam imunizados após a atual vaga que deve terminar em fevereiro e que a Covid-19 passe a ser uma "doença residente", tal como a gripe ou a herpes.

Também foram feitas descobertas na astronomia. Uma equipa do Centro Internacional para a Investigação em Radioastronomia, na Austrália, detetou um corpo celeste nunca antes observado. O astro é mais pequeno do que o sol, muito brilhante e emite ondas de rádio altamente polarizadoras.

De volta à Covid-19, Portugal registou pela primeira vez mais de 65 mil casos diários. Em 24 horas, foram declaradas ainda mais 42 mortes por infeção pelo SARS-CoV-2. O índice de transmissibilidade e a incidência aumentaram.

As eleições são já no domingo e os candidatos apostam tudo na reta final da campanha. Com as presenças de Manuel Alegre e Francisco Assis na campanha do PS, Rui Rio não sabe se irá contar com nomes como Pedro Passos Coelho ou Cavaco Silva na campanha do PSD.

António Costa, em arruada em Santa Catarina, no Porto, voltou a dizer que "não joga pingue-pongue" com Rui Rio e apostou no slogan "continuar a avançar". "Quando o doutor Rui Rio quiser debater política, debatemos política", desafiou o secretário-geral do PS.

O presidente da FIFA teve uma declaração que causou mal-estar. Gianni Infantino defendeu que um Campeonato do Mundo de futebol a cada dois anos poderia evitar que migrantes africanos "morram no mar" Mediterrâneo.

Já o FC Porto chora a morte de Maria Amélia Canossa, a voz do hino dos dragões. O presidente portista, Pinto da Costa, garantiu que será feita uma homenagem. "Ela nunca poderá ser esquecida no FC Porto", garantiu em declarações a TSF.

Investigadores do hospital universitário de Zurique, na Suíça, descobriram uma "assinatura de anticorpos" para ajudar a identificar os pacientes com maior risco de desenvolverem Covid longa, ou seja, uma doença que provoca sintomas durante muitos meses.

Recomendadas

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de