Procura-se notas de escudo, alerta amarelo até segunda-feira e outros destaques TSF

O IPMA colocou nove distritos sob aviso laranja durante sexta-feira e sábado, devido à chuva.

Procura-se notas de escudo debaixo de colchões, perdidas em fundos de gavetas, destruídas ou guardadas como lembrança. Três em cada quatro notas de escudo que estavam em circulação nos derradeiros dias de vida da divisa nacional nunca regressaram ao Banco de Portugal.

Este fim de semana prolongado vai ser marcado pelo alerta amarelo de prontidão do dispositivo de proteção e socorro em todos os distritos, à exceção de Beja e Faro, devido ao risco de inundações e cheias. A Proteção Civil avançou que o alerta vai estar ativo até às 23h59 de segunda-feira. Já o IPMA aumentou para nove o número de distritos sob aviso laranja, esta sexta-feira e sábado, devido à chuva. Em causa estão os distritos de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

Em entrevista à TSF, António Lobo Xavier disse que os órgãos do CDS têm "toda a legitimidade" para convocar o Conselho Nacional, com a agenda que entenderem. Do ponto de vista "formal" não há nenhuma ilegalidade ou irregularidade. Por outro lado, o antigo líder parlamentar considerou que "deve haver congresso, seria um erro grave que não houvesse".

Noutro plano, em entrevista à TSF e ao Diário de Notícias, Vasco Cardoso, membro da comissão política e do comité central do PCP, um dos negociadores dos comunistas com o Governo, acusou Marcelo Rebelo de Sousa de ter sido responsável pela "instabilidade" durante as negociações. O PCP entendeu que o Presidente da República não devia ter anunciado tão cedo, ainda com as conversas entre PCP e Governo a decorrer, que se o Orçamento do Estado para 2022 não fosse aprovado, convocaria eleições.

A mulher de João Rendeiro escusou-se a prestar declarações em audiência em tribunal, sobre o paradeiro das obras de arte de que é fiel depositária, alegando não ter "condições psicológicas" para o fazer. Já o advogado do BPP, Miguel Coutinho, disse em tribunal ter provas de que João Rendeiro vendeu oito quadros que estavam apreendidos entre 23 de outubro de 2020 e 1 de outubro de 2021, por 1,3 milhões de euros.

Por fim, o líder do Chega afirmou que a retratação pública feita pelo partido sobre o processo do Bairro da Jamaica não pode ser considerada um pedido de desculpas, avançando que mantém a opinião mas que tem de "cumprir ordens". André Ventura reiterou que "discorda violentamente" e não compreende "os pressupostos jurídicos" que levaram o Tribunal de Lisboa a exigir-lhe uma retratação pública sobre o caso do Bairro da Jamaica.

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