Vacinados com Janssen vão receber dose de reforço, Marcelo vai ser operado e outros destaques TSF

O intervalo entre a segunda e a terceira dose da vacina contra a Covid-19 foi encurtado para um mínimo de 150 dias, em vez dos atuais 180.

Os maiores de 18 anos vacinados com a vacina da Janssen contra a Covid-19 em Portugal vão receber uma dose de reforço desde que a última inoculação tenha sido recebida há pelo menos 90 dias. A informação foi revelada pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, que explicou que todos os portugueses que receberam a vacina de dose única da Janssen vão receber uma dose de reforço com vacina da Pfizer ou Moderna.

As novidades não acabam por aqui. A diretora-geral da Saúde esclareceu também que o intervalo entre a segunda e a terceira dose da vacina contra a Covid-19 foi encurtado para um mínimo de 150 dias, equivalente a cinco meses, em vez dos atuais 180.

O Presidente da República anunciou que vai ser operado a "uma pequena hérnia inguinal, de oito centímetros" antes do Natal, no Hospital das Forças Armadas. Marcelo Rebelo de Sousa não avançou, no entanto, com uma data concreta.

Voltando à pandemia. A Região Autónoma da Madeira vai entrar em situação de contingência este sábado de modo a combater o aumento do número de casos de infeção por SARS-CoV-2. A decisão foi anunciada pelo presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque. O uso de máscara na rua volta a ser obrigatório e a apresentação de comprovativos de vacinação e testagem é necessária para acesso à maioria dos eventos.

Já o chefe da task-force para as vacinas, da Agência Europeia do Medicamento, Marco Cavaleri, lamentou que alguns países ainda apresentem taxas de vacinação "inaceitavelmente baixas", numa altura em que os hospitais voltam a enfrentar a pressão da pandemia.

Por cá, Ferro Rodrigues despediu-se do Parlamento depois de várias décadas como deputado, com uma passagem pelo Governo e pela Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico. Ferro Rodrigues é Presidente da Assembleia da República desde 2015, tendo sido eleito com os votos do PS e da esquerda parlamentar.

Os portadores de doenças inflamatórias do intestino querem que a comparticipação do Estado nos medicamentos inovadores seja universal. Atualmente, só os doentes acompanhados por médicos especialistas nos hospitais públicos usufruem deste pagamento.

Por fim, no Catar centenas de trabalhadores dos hotéis, com o visto da FIFA, ganham pouco mais de um euro por hora. Os trabalhadores estrangeiros dizem que continuam sem direitos e a viver em condições miseráveis. Uma investigação do jornal The Guardian mostra que pouco mudou desde que o país se comprometeu a mudar as leis laborais.

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