Governo Sombra

Eles querem, podem, mas não mandam! Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares - num programa moderado por Carlos Vaz Marques - são o Governo Sombra. Um governo que não decide. Uma equipa ministerial sem consenso. Um conselho de ministros que convive bem com as fugas de informação. Semanalmente, passam a atualidade em revista, examinam à lupa os dossiês, interpelam os protagonistas sem rodeios.
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RAP esperava um "Réquiem" de Mozart "em arrotos"

Bolsonaro voltou a reincidir no uso da "sanfona", e Ricardo Araújo Pereira diz que isso o recorda de uma história de Woody Allen.

Bolsonaro voltou a "reincidir na 'sanfona", instrumento que na semana passada se tornou viral, por causa da homenagem oficial aos mortos por covid-19 no Brasil, mas desta vez Gilson Machado, Presidente da Agência para a Promoção do Turismo, interpretou um "forró de Bolsonaro", durante uma intervenção em direto para as redes sociais.

No Governo Sombra, Ricardo Araújo Pereira diz que o episódio o recordou uma história de Woody Allen, na qual "uma personagem vai à Ópera, debruça-se demasiado e cai no poço da orquestra, e depois vai todos os dias para voltar a cair ao poço da orquestra, só para não dar parte fraca e demonstrar que aquilo tinha sido de propósito". Para o humorista, pode ser esse o objetivo desta nova "sanfonia".

Ricardo Araújo Pereira acrescentou ainda que, na sequência da homenagem da semana anterior, esperava que Bolsonaro apresentasse agora algo mais na linha de um "Réquiem" de Mozart "em arrotos", numa nova homenagem às vítimas da covid-19.

A emissão completa do Governo Sombra, para ver ou ouvir, sempre em tsf.pt

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