Governo Sombra

Eles querem, podem, mas não mandam! Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares - num programa moderado por Carlos Vaz Marques - são o Governo Sombra. Um governo que não decide. Uma equipa ministerial sem consenso. Um conselho de ministros que convive bem com as fugas de informação. Semanalmente, passam a atualidade em revista, examinam à lupa os dossiês, interpelam os protagonistas sem rodeios.
Domingo, depois das 11h00.

Ricardo Araújo Pereira sobre a nomeação de Pedro Adão e Silva

Nomeação de Pedro Adão e Silva para comissário das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril foi uma das polémicas da semana.

Rui Rio, líder do PSD, trouxe o assunto para a ordem do dia ao afirmar perante os jornalistas que a nomeação de Pedro Adão e Silva seria um "pagamento pelos serviços prestados ao Governo" pelo comentador nos seus espaços de opinião. Marcelo Rebelo de Sousa defendeu a escolha do politólogo e comentador para o cargo como sendo consensual, lembrando que a escolha, sendo do Governo, teve o seu aval.

Ricardo Araújo Pereira não reconhece no comentário político de Pedro Adão e Silva nenhum favor ao Governo e considera que o consenso em torno do nome de Pedro Adão e Silva só acabou quando o tema "incendiou as redes sociais", o que não aconteceu quando a nomeação foi anunciada - há mais de um mês - mas sim quando foi divulgada a remuneração do cargo e depois de ir para o ar uma peça no Porto Canal, o que por sua vez desencadeou um efeito de tribalização do mundo do futebol.

RAP esclarece que é a favor da celebração dos 50 anos do 25 de Abril e que é a favor da sua duração, porque é um "defensor do sistema" que é a democracia. Quanto à escolha de Pedro Adão e Silva, não considera, ao contrário de João Miguel Tavares, que o facto de o comentador ter trabalhado de perto com José Sócrates durante a sua legislatura, seja suficiente para invalidar a escolha.

A emissão completa do Governo Sombra, para ver ou ouvir, sempre em tsf.pt.

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